Senador oficializa pré-candidatura e garante ter apoio do PSD e mais 4 partidos


O senador Wellington Fagundes (PR) oficializou nesta segunda-feira (26) sua pré-candidatura ao Governo do Estado em reunião com as lideranças do Partido da República numa reunião ampliada num hotel em Cuiabá. O republicano garantiu ter apoio de ao menos cinco partidos, além do PR, podendo ampliar ainda mais o arco de alianças.

Entre os partidos aliados, o senador praticamente “sacramentou” a adesão do PSD, do vice-governador Carlos Fávaro, ao grupo oposicionista. “Já temos o PR, MDB, PP, PSD e PSB. Já tem conversas com o PC do B, através da reitora Maria Lúcia Cavalli Neder, e com PV”, relatou.

Sobre o PSD, relatou que as conversas foram conduzidas com o próprio Fávaro, que relatou ter a disposição de concorrer a uma das vagas ao Senado. O republicano disse que o interesse de Fávaro é “legítimo” e que as conversas ocorrerão com todas as siglas, em busca de um consenso. “Vamos conversar com todos. É natural que todos desejam ter seu projeto próprio e vamos respeitar esses projetos. A única posição clara é que somos oposição ao atual Governo”, assinalou.


Segundo Fagundes, o objetivo é consolidar uma aliança que também garanta a melhor forma de governar o Estado. Segundo ele, sua intenção, em caso de vitória, é fazer uma gestão “compartilhada”, garantindo espaço aos companheiros para consolidar as melhorias a serem apresentadas para a população na campanha eleitoral.

“Ganhar a eleição é um grande desafio, mas governar é muito maior. Você não governa sozinho, não governa se não dialogar com as pessoas. O Brasil está num momento de transformação muito grande, mas Mato Grosso pode ser, sem duvida nenhuma, o Estado que vai mais desenvolver nos próximos 20 anos”, frisou.

Numa crítica a Taques, o senador lembrou que na cerimônia de diplomação, se colocou a disposição do governo para trabalhar por Mato Grosso. Na ocasião, Taques respondeu que não precisaria de senador para ir a Brasília. “Mato Grosso é estado de abertura. Todo governante, independente de quem seja, não pode virar as costas para onde podem vir os recursos”, criticou.

VICE E DEM

No âmbito das discussões para formar aliança, o senador destacou que não existe discussões para composição de toda chapa, que além do Governo tem os cargos de vice, duas ao Senado e ainda quatro suplentes. Um dos nomes cotados, o ex-prefeito de Sinop, Juarez Costa (PMDB), tem a simpatia do senador. 

Porém, colocou que esta composição será avaliada com os partidos aliados. “Não vou decidir sozinho nada, quero decidir em conjunto. Então todos os nomes apresentados serão apresentados para discussão. Mas o Juarez eu conheço muito bem, foi um excelente prefeito de Sinop, e para mim seria uma honra ter um companheiro de chapa que pode me ajudar”, pontuou.

Já sobre o DEM, que tem como projeto a candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, ao Governo, e de Jayme Campos ao Senado, Wellington afirmou que está disposto a conversar com sigla, pois já houve manifestações de que este apoio pode ocorrer. “Nós já conversamos com o DEM. O (ex)-senador Júlio Campos já externou várias vezes que se eles não tiverem o candidato eles querem apoiar a nossa candidatura. Me sinto lisonjeado e fortalecido porque isso nos anima a ampliar mais ainda o diálogo”, afirmou o pré-candidato.

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