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O Ministério Público Estadual (MPE) investiga supostas irregularidades que estariam ocorrendo na concessão de documento de posse para ocupação de lotes do assentamento “Forquilha do Rio Manso”, fundado em 1996, em Rosário Oeste (a 133 km de Cuiabá).

A localidade conta com 18 mil hectares fracionadas em 368 lotes, mas, passados 22 anos de sua implantação, a regularização fundiária – principal demanda dos assentados -, ainda não foi feita pela Superintendência Regional do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

De acordo com inquérito do MPE/MT, assinado pela promotora de Justiça, Luane Rodrigues Bomfim, e neste sonho de ter direito a posse da terra, que estariam ocorrendo diversas irregularidades e até mesmo pagamento de propina.

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Segundo ela, denúncias protocoladas no MP narram que o vereador da cidade, João Augusto de Arruda (Tito da Forquilha) e a sua esposa identificada apenas como Nathalina (presidente da Associação Entre Rios), estariam cobrando dos moradores do assentamento Forquilha do Rio Manso, dinheiro para liberação de documentos (declarações falsas) para homologação de posse dos imóveis rurais junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Conforme a denúncia, moradores teriam pago de R$ 4 mil a R$ 5 mil para que o parlamentar e a esposa conseguissem os documentos junto ao Incra.

No procedimento Luane Rodrigues, afirma que os fatos narrados podem configurar crime de improbidade administrativa.

Outro Lado – O VGNoticias entrou em contato com assessoria do vereador João Augusto de Arruda, que negou veemente que o parlamentar tenha cometido a ilicitude, porém, evitou tecer comentários sobre o caso e disse que o vereador irá provar sua inocência.

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