REPRODUÇÃO
O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) afirmou que o governador Mauro Mendes (DEM) assumiu o Executivo em um momento que o Estado passava por “situação de miséria”. Por conta disso, ele disse ter “críticas brandas” à atual administração.

Para ele, tanto Mendes quanto o presidente Jair Bolsonaro (PSL) passam pela mesma situação. Barbudo disse que seria prematuro fazer uma avaliação após 10 meses de gestão de um "Estado quebrado".

“É mesma avaliação que faço ao Bolsonaro. Assumiu faz pouco tempo e pegou o Estado quebrado. Eu sou brando com ele [Mauro Mendes], porque sei que pegou o Estado em situação de miséria. Precisamos reconhecer que não tem jeito. Ele pegou um Estado quebrado, moído. Como de um dia para o outro iria fabricar dinheiro?”, questionou.

Barbudo, no entanto, afirmou ter críticas pontuais por conta de decisões de gestão. Ele citou como exemplo o caso do projeto encaminhado por Mendes ao Legislativo, no início do ano, para aumentar a contribuição dos produtores de milho para Fundo de Transporte e Habitação Popular (Fethab). A medida foi aprovada.

Eu sou brando com ele [Mauro Mendes] porque sei que ele pegou o Estado em situação de miséria. Precisamos reconhecer que não tem jeito

“Na questão do Fethab do Milho, por exemplo, eu sou contra. Ouvi dizer que ele iria taxar a pecuária. Governador, pelo amor de Deus. O agronegócio não aguenta. Nós precisamos fazer uma reforma tributária no Estado, um enxugamento da máquina, assim como o Bolsonaro deve fazer. Ninguém mais aguenta pagar imposto neste País”, disse o deputado, que também é produtor rural. 

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Empréstimo

Barbudo lembrou que uma das medidas tomadas para o reequilíbrio fiscal de Mato Grosso foi o empréstimo de US$ 250 milhões junto ao Banco Mundial para quitar uma dívida com o Bank of América.

A operação financeira, realizada em setembro deste ano, trouxe ao Estado uma nova dívida, mas com melhores condições de pagamento. Para isso, o empréstimo teve que passar pela aprovação do Senado.

“Eu atuei firmemente junto à bancada para liberar no Senado os milhões de dólares para refinanciar a dívida que o Estado teria que pagar. A União avalizou o empréstimo e o Governo pôde respirar", afirmou.

"Então, tudo que é para ajudar o Estado de Mato Grosso, temos que dar nossa fatia de contribuição, porque nós fomos eleitos para isso”, completou.

FONTE: MÍDIA NEWS
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