Bope ainda caça outros três bandidos que fugiram após tiroteio

Midianews
O Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) continua em busca de três bandidos que fugiram após uma troca de tiros, que ocorreu na noite de quarta-feira (5), no Bairro Altos da Serra, região do CPA, em Cuiabá.

Os policiais atendiam inicialmente uma ocorrência de tráfico de drogas quando o confronto ocorreu. Dois suspeitos morreram no local. Um deles foi identificado como Maykon Luiz Santana Carvalho, de 21 anos. O rapaz tinha diversas passagens criminais por roubo, furto e ameaça.

O comandante do Bope, tenente-coronel Ronaldo Roque, afirmou que a casa onde os bandidos estavam não tinha característica de boca de fumo, mas, sim, de ponto de distribuição de drogas.

Foram encontradas dois tabletes de drogas, um caderno de cobrança, além das duas armas – revólver 38 e uma pistola 380 – que estavam com os criminosos que morreram.

O confronto

Divulgação/PM
Segundo o comandante do Bope, duas viaturas da corporação estavam em patrulhas e foram recebidas a tiros na região.

“Nós temos uma conduta de patrulhamento diferenciada, as viaturas, durante as patrulhas, andam um pouco afastadas uma das outras, a primeira viatura escutou os disparos e já foi verificar de onde vinham. Eles desembarcaram e revidaram”, disse.

“Alguns fugiram. Um que estava armado foi alvejado e outro que fugiu pelo mato deu de frente com a outra viatura que estava se aproximando do local. Ele estava  com uma arma na mão, foi mandado que largasse e ele não obedeceu. Acabou sendo alvejado também”, contou.

Os dois baleados chegaram a ser socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas morreram.

Moradores do bairro registraram o momento da troca de tiros, por meio de vídeos divulgados no WhatsApp.

Em um é possível ouvir os disparos. Já outro mostra um carro passando em alta velocidade em uma das ruas do bairro. Também circulam fotos que seriam dos dois mortos no confronto. A assessoria da Polícia Militar não confirmou a autenticidade.

FONTE: MÍDIA NEWS