Médica que foi picada por cobra em Rosário Oeste deixa UTI em São Paulo

Foto: Instagram/Reprodução
A médica Dieynne Saugo, que foi picada por uma cobra da espécie jararaca quando tomava banho em uma cachoeira de Rosário Oeste, a 151 km de Cuiabá, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, na tarde desta segunda-feira (7).

Há alguns dias ela usou as suas redes sociais para pedir orações. O incidente aconteceu no dia 30 de agosto. Na noite de quinta (3), Dieynne foi transferida de avião para o hospital em São Paulo.

Na postagem, Nathalia, irmã de Dieynne, disse que "Deus é tão bom, mas tão bom, que ele não desampara seus filhos!! E ele está ouvindo cada oração...Acabamos de receber uma notícia MARAVILHOSA, a Dy ja foi liberada para sair da UTI e ir para o quarto, deixaram uma pessoa ir la ficar com ela, claro que com todos os cuidados possíveis, e também ela já parou de tomar o remédio forte que estava tomando para a coagulação, estão usando outros meios para controlar!! (SIC)"

Nathalia afirmou ainda na postagem que "Deus abençoou, e a nossa viagem até aqui não foi atoa, os exames da minha mãe e da minha irmã deram negativo graças a Deus. Deus é muito maravilhoso, MUITO obrigada pelas energias positivas, e pelas orações, por tudoooo, GRATIDÃO. Já já vamos estar assim de novo, juntinhas!! Vocês são TUDO para mim, AMO VOCÊS. (SIC)"

Segundo a família, neste sábado (5), Dieynne pediu para que a enfermeira fizesse uma ligação aos seus familiares. Durante a chamada de vídeo, ela escreveu 'orem por mim, amo vocês' em um papel e pediu para a família divulgar a mensagem para todos que torcem pela recuperação dela.

"Ela deu vários sorrisos, ciente de que essa tempestade está prestes a terminar. Quem conhece ou segue a Dy sabe a vontade que ela tem de viver. E, saibam, ela esta lutando e muito. Sou prova viva da luta dela", disse a irmã, Nathalia Saugo, no Instagram.

Na sexta, Nathalia afirmou que a médica testou positivo para a Covid-19. “Ontem, foi feito um teste de Covid, logo quando chegou ao hospital. Para nossa infelicidade, o teste deu positivo”, disse.

Segundo Nathalia, a irmã passou por uma cirurgia, que acabou bem. “A cirurgia foi feita. Teve um sangramento no braço, mas, logo depois, [ela] foi estabilizada com medicamentos, graças a Deus”, afirma.

Antes de ser levada para São Paulo, Dieynne estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Jardim Cuiabá.

A família decidiu transferi-la para São Paulo porque o hospital em Cuiabá estava lotado por causa da pandemia do coronavírus, e os médicos especialistas estavam sobrecarregados.

Durante a semana, na unidade em Cuiabá, ela passou por transfusão de sangue. Também foi feita uma traqueostomia para que ela pudesse respirar melhor, pois 70% das vias aéreas estavam comprometidas.

FONTE: G1 MT

0/Faça seu comentário