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Bolsonaro chama Lula de criminoso e critica aliança com Alckmin

"Querem reconduzir à cena do crime o criminoso", disse o presidente sobre possível novo mandato do petista no Palácio do Planalto

13/01/2022 às 07h13
Por: Redação Fonte: CORREIO DO POVO
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Foto: ALAN SANTOS/PR
Foto: ALAN SANTOS/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser eleito para um novo mandato e disse que o retorno do petista ao Palácio do Planalto seria como "reconduzir à cena do crime o criminoso", em razão das denúncias de corrupção na Petrobras que vieram à tona durante os governos do PT (Partido dos Trabalhadores).

Além de atacar o ex-presidente, Bolsonaro fez menção ao ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido), que estuda ser o vice do petista na eleição presidencial deste ano. "Dos R$ 100 bilhões que a Petrobras pagou em dívida, meia dúzia veio de acordo de leniência e devolução de delatores. De onde veio essa grana? E querem reconduzir à cena do crime o criminoso, juntamente com Geraldo Alckmin", reclamou Bolsonaro, em evento no Palácio do Planalto nesta quarta-feira.

Segundo Bolsonaro, Lula já estaria articulando cargos na administração pública para conseguir ser eleito. "Não tenho provas, mas vou falar. Como é que aquele cidadão está conseguindo apoios apesar de uma vida pregressa imunda? Já loteando ministérios. Para um partido, já ofereceu a Caixa, do Pedro (Guimarães, presidente da Caixa). Não pense vocês que aparecem R$ 50 milhões no apartamento de alguém e foi a fada madrinha que botou. Com toda certeza veio da Caixa lá atrás", afirmou.

Bolsonaro ainda elogiou o seu governo, e disse que cada ministro tem dado uma "cota de sacrifício" para impedir que episódios de corrupção aconteçam.   

"A maioria de vocês que trabalham comigo poderiam estar muito bem lá fora, mas estão dando sua cota de sacrifício ajudando esse Brasil aqui a realmente vencer a crise que se encontra no momento (pandemia da Covid-19) e fazer também que não volte para a mão de bandidos, canalhas, que ocupavam esse espaço para assaltar o país por um projeto de poder, e cujo ato final seria atacar nossa liberdade", ressaltou.

 

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